Este artigo se propõe a analisar como a interseccionalidade, abordagem bastante utilizada nos estudos de gênero (Garcia,2022), pode enriquecer o debate acerca das velhices e dos envelhecimentos LGBTQIA+, sobretudo no Brasil, onde os estudos sobre envelhecimentos desse grupo populacional compõem uma temática, de interesse recente, por parte de pesquisadores, constituindo o que Henning (2017,p.283) chama de “gerontologia LGBT”.
Publicado em: Revista Longeviver, v. VI, p. 15-25.

